Por Alan Rosati Brunes, Gerontólogo

Atualmente, a definição de sarcopenia (do grego sarkpenia – sark= carne/ penia= perda, “pobreza de carne”) engloba, além da redução de massa muscular, a redução de força e a piora do desempenho físico. A alimentação adequada bem como a prática regular de exercícios construídos ao longo da vida compreendem hábitos importantes que farão diferença na geriatria.

São bem conhecidas as alterações fisiológicas relacionadas à composição corporal que acontecem durante o envelhecimento. A massa muscular é perdida a uma velocidade de aproximadamente 8% por década entre 50 e 70 anos; após essa idade, a perda de peso é acoplada a um acelerado processo de perda de massa muscular, alcançando uma taxa de 15% por década.

Esse comprometimento da função muscular esquelética promovido pelo envelhecimento e por fatores desencadeadores como inatividade física, desnutrição e presença de algumas doenças catabólicas, é um importante problema de saúde pública e que pode ter consequências negativas, compreendendo um preditor independente de quedas, perda de independência e mortalidade.

O idoso apresenta ainda alterações sensoriais, do aparelho digestivo e metabólico que catalisam a sarcopenia, tais como:

  • Alterações do paladar, olfato e visão;
  • Diminuição da habilidade para mastigação e deglutição;
  • Diminuição da produção de sucos digestivos, interferindo no processo de Nutrição;
  • Alterações no metabolismo de vitamina D e balanço negativo de cálcio, aumentando o risco de doenças ósseas.

Estratégias terapêuticas como treino de força progressivo apresenta efeitos positivos sobre a redução da perda muscular ao longo dos ano, assim como um padrão alimentar saudável contemplando quantidades adequadas de proteínas e carboidratos.

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